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Em Discussão revista com Os principais debates do Senado Federal
Publicado em 28/04/2017
Para quem gosta do tema patrimônio.
 

Vaquejada

 

Criadores e vaqueiros pelejam na arena política Diante da proibição imposta pelo STF, atividade que nasceu das pegas de boi obtém vitória no Senado: PEC dá à vaquejada status de prática cultural não violenta.




A vaquejada é uma fronteira econômica e cultural peculiar porque compreende a forte tradição rural do Brasil sob o impacto das mutações produzidas pelos novos formatos de negócio, em particular aqueles engendrados na seara da agroindústria, e pelo ambiente da tecnologia da informação e do entretenimento urbano.
O resultado é a metamorfose das brejeiras pegas de boi na Caatinga, antes protagonizadas por sertanejos envergando gibões e chapéus de couro, em eventos de todos os portes, nos quais vaqueiros atletas vestindo camiseta e boné cavalgam em pistas de areia e quartos de milha são leiloados por até R$ 1 milhão.
Concursos de rainhas e shows com bandas de forró e artistas praieiros são outros ingredientes de um modelo econômico-cultural que troca rapidamente austeridade e formas autóctones de produção e divertimento pelo aumento da receita e do consumo.
Essa atualização, que mais recentemente introduziu procedimentos para amenizar danos aos animais, não blindou a nova arena contra a rejeição de novíssimas correntes de opinião.
Criadores, organizadores e vaqueiros são acusados pelos defensores dos animais de maltratar cruelmente os bois derrubados pela cauda.
A pressão parte até dos indiferentes às dietas vegetarianas, contradição típica do processo civilizatório, cuja pauta de ideias dá passos bem mais largos do que os indivíduos ou os grupos situados fora do ambiente das vanguardas conseguem fazer. A mostrar a surpreendente e insondável engrenagem dos embates e intersecções entre “novo” e “antigo”, no momento em que a vaquejada busca amparo legal para se manter viva, a apresentadora Luisa Mell, uma das ativistas que estiveram no Senado criticando os torneios, se preparava para desfilar como embaixadora dos direitos dos animais pela escola de samba paulistana Águia de Ouro, cujo enredo criticou a dominação de cães e outros bichos pelo homem. No extremo oposto, o “homem do campo” reage. Afinal, também precisa sobreviver e se divertir.
Em Discussão! procurou mapear esse terreno ouvindo senadores, representantes das vaquejadas, estudiosos e ativistas. A ideia é contribuir para jogar luz sobre a controvertida prática cultural, esportiva e econômica, em relação à qual o Parlamento está se pronunciando. A outra frente que aparece neste número é a do conflito entre internautas e operadoras de telecomunicações em torno dos limites da banda larga fixa.
A contenda se desenrola em um ambiente de forte demanda por conexão em todos os campos de atividade. As operadoras estão dispostas a cortar o envio de dados daqueles clientes que esgotarem o volume previsto nos contratos de franquia.
A falta de investimentos em redes de transmissão e um modelo de negócio nada coerente colocaram o assunto na agenda do Senado, que se manifestou em março, a favor dos consumidores, e enviou a matéria à Câmara. Boa leitura!

Baixe a revista completa aqui: http://www.rabodearraia.com/livro-down/em-discussao-revista-patrimonio-senado-federal-Ano-8-N-31-Abril-de-2017.pdf

 
 
 
 
 



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